Luís de Camões
SONETOS
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A fermosura desta fresca serra (1668 - soneto 136) Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! (1685-1668 - soneto 114) Ah! Minha Dinamene! Assi deixaste (1685-1668 - soneto 101) Alegres campos, verdes arvoredos (1595 - soneto 013)
Alma minha gentil, que te partiste (1595 - soneto 080) Amor, co a esperança perdida (1595 - soneto 083) Amor é um fogo que arde sem se ver (soneto 005) Amor, que o gesto humano n'alma escreve (1598 - soneto 042) A morte, que da vida o no desata (1616 - soneto 058) Apartava-se Nise de Montano (1595 - soneto 068)
Apolo e as nove Musas, discantando (1595 - soneto 051) Aquela fera humana, que enriquece (1598 - soneto 041) Aquela que, de pura castidade (1598 - soneto 098) Aquela triste e leda madrugada (1595 - soneto 091) Aqueles claros olhos que chorando(1860 - soneto 116) Árvore, cujo pomo, belo e brando (1616 - soneto 038)
A sepultura del-Rei dom João Terceiro (soneto 160)
*A ti, Senhor, a quem as sacras Musas (soneto 001) Bem sei, Amor, que é certo o quereceio (1598 - soneto 096) Busque Amor novas artes, novo engenho (l595 - soneto 003) Cá nesta Babilônia? donde mana (1616 - soneto 120)
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Cantando estava um dia bem seguro (1616 - soneto 103) Cara minha inimiga, em cuja mão (1595 - soneto 086) Chorai, Ninfas, os fados poderosos (1668 - soneto 159) Como fizeste, Pórcia, tal ferida? (1595 - soneto 071) Como quando do mar tempestuoso (1598 - soneto 043) Correm turvas as águas deste rio (1616 - soneto 104) Conversação doméstica afeiçoa (1598 - soneto 093) Dai-me üa lei, Senhora, de querer-vos (1595 - soneto 052) Debaixo desta pedra esta metido (1595 - soneto 150) Depois que quis Amor que eu só passasse (1598 - soneto 094) Despois que viu Cibele o corpo humano (1616 - soneto 152) De tão divino acento e voz humana (1595 - soneto 153)
De um tão felice engenho produzido (1668 - soneto 151) De vos me aparto, ó vida! Em tal mudança (1595 - soneto 057) "Diana prateada, esclarecia (1668 - soneto 137)
Ditoso seja aquele que somente (1598 - soneto 044) Diversos does reparte o Céu benino (1616 - soneto 056) Dizei, Senhora, da beleza ideia (1668 - soneto 121) Doce contentamento já passado (1663 - soneto 122) Doce sonho, suave e soberano (1668 - soneto 123) Doces águas e claras do Mondego (1616 - soneto 006) Doces lembranças da passada gloria (1595 - soneto 082) Dos ilustres antigos que deixaram (1598 - soneto 154) El vaso reluciente y cristalino (1668)
Em fermosa Leteia se confia (1595 - soneto 072) Em flor vos arrancou, de então crecida(1595 - soneto 149) Em prisões baixas fui um tempo atado (1598 - soneto 085) Enquanto FeLo os montes acendia (1668 - soneto 124) Enquanto quis Fortuna que tivesse (1595 - soneto 001) Erros meus, ma fortuna, amor ardente (1 616 - soneto 108) Esforço grande, igual ao pensamento (1598 - soneto 155) Esta lascivo e doce passarinho (1595 - soneto 014)
Estâ-se a Primavera trasladando (1595 - soneto 024) Este amor que vos tenho, limpo e puro(1668 - soneto 125) Este amor que vos tenho, limpo e puro(1668 - soneto 125) Eu cantarei de amor tao docemente (1595 - soneto 109)
* Eu cantei la, e agora vou chorando (1616 - soneto 000) Eu vivia de lagrimas isento (1668 - soneto 111)
Ferido sem ter cura parecia (1598 - soneto 065) Fermosos olhos, que na idade nossa (1595 - soneto 091) Fiou-se o coração, de muito isento (1598 - soneto 066) Foi já; num tempo doce cousa amar (1598 - soneto 087) Fortuna em mim guardando seu direito (1685-1668 - soneto 126) Grão tempo ha já que soube da Ventura (1595 - soneto 026) Ilustre o dino ramo dos Meneses (1598 - soneto 162)
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Indo o triste pastor todo embebido (1668 - soneto 112) Já a saudosa Aurora destoucava (1598 - soneto 078) Já não sinto, Senhora, os desenganou (1668 - soneto 127) Julga-me a gente toda por perdido (1616 - soneto 105) Leda serenidade deleitosa (1598 - soneto 045) Lembranças que lembrais o meu bem passado(1685-1668 - soneto 113)
Lembranças saudosos, se cuidais (1595 - soneto 015) Lindo e sutil trancado, que ficaste (1595 - soneto 023) Males, que contra mim vos con jurastes (1595 - soneto 084) Memória de meu bem, cortado em flores (1860 - soneto 128) Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (1595 - soneto 092) Na desesperação já repousava (1616 - soneto 110)
Náiades, vos, que os rios habitais (1595 - soneto 073) Na metade do Céu subido ardia (1598 - soneto 077) Não passes, caminhante! Quem me chama (1595 - soneto 156) No mundo poucos anos, e cansados (1598 - soneto 57)
No mundo quis um tempo que se achasse (1598 - soneto 046) No tempo que de Amor viver soía (1598 - soneto 099)
Num bosque que dos Ninfas se habitava (1595 - soneto 074) Num jardim adornado de verdura (1595 - soneto 022)
Num tão alto lugar, de tanto preço (1668 - soneto 130) O Céu, a terra, o vento sossegado (1616 - soneto 106)
* O cisne, quando sente ser chegada (1595 - soneto 000) Oh como se me alonga, de ano em ano (soneto 025)
O culto divinal se celebrava (1598 - soneto 039) O dia em que eu nasci, moura e pereça (1860 - v) O filho de Latona esclarecido (1616 - soneto 079) O fogo que na branda cera ardia (1595 - soneto 007) Olhos fermosos, em quem quis Natura (1668 - soneto 132) Ondados fios d'ouro reluzente (1598 - soneto 095)
Óh quão caro me custa o entender-te (1598 - soneto 047) O raio cristalino s'estendia (1598 - soneto 067)
Os reinos e os impérios poderosos (1595 - soneto 161) Os vestidos Elisa revolvia (1598 - soneto 064)
O tempo acaba o ano, o mês e a hora (1668 - soneto 133) Passo por meus trabalhos tão isento(1595 - soneto 021) Pede o desejo, Dama, que vos veja (1595 - soneto 008) Pelos extremos raros que mostrou (1595 - soneto 076) Pensamentos, que agora novamente (1598 - soneto 031) Pois meus olhos não cansam de chorar (1595 - soneto 089) Por cima destas águas, forte e firme (1616 - soneto 037) Porque quereis, Senhora, que ofereça (1595 - soneto 027) Por sua Ninfa, Céfalo deixava (1616 - soneto 062)
Posto me tem Fortuna em tal estado (1668 - soneto 134)
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Presença bela, angélica figura (1616 - soneto 036) Pues lágrimas tratáis, mis ojos tristes (1685-1668 - soneto 147) Quando a suprema dor muito me aperta (1685-1668 - soneto 138) Quando cuido no tempo que, contente (1668 - soneto 117) Quando da bela vista e doce riso (1595 - soneto 009)
Quando de minhas mágoas a comprida (soneto 100) Quando o sol encoberto vai mostrando (1595- soneto 018) Quando, Senhora, quis Amor que amasse (1668 - soneto 139) Quando se vir com água o fogo arder (1 685-1668 - soneto 135) Quando vejo que meu destino ordena (1595 - soneto 028) Quantas vezes do fuso s'esquecia (1595 - soneto 070)
- Que levas, cruel Morte? - Um claro dia (1598 - soneto 158) Que me quereis, perpétuas saudades (1598 - soneto 107) Quem fosse acompanhando juntamente (soneto 102)
* - Quem jaz no grão sepulcro, que des creve (1595 - soneto 000) Que modo tão sutil da natureza (1616 - soneto 035)
Quem pode livre ser, gentil Senhora (1595 - soneto 010) Quem presumir, Senhora, de louvar-vos (1685-1668 - soneto 141) Quem quiser ver d'amor üa excelência (1598 - soneto 048) Quem vê Senhora, claro e manifesto (1595 - soneto 017)
Quem vos levou de mim, saudoso estado (1668 - soneto 118) Que pode já fazer minha ventura (1668 - soneto 140)
Que poderei do mundo já querer (1598 - soneto 088) Que vençais no Oriente tantos teis (1595 - soneto 164) Se a Fortuna inquieta e mal olhada (1668 - soneto 148) Se algüa hora em vos a piedade (1595 - soneto 029) Se as penas com que Amor tão mal me trata (1595 - soneto 016) Se, despois d'esperança tão perdida (1598 - soneto 049)
Se de vosso fermoso e lindo gesto (1668 - soneto 142) Seguia aquele fogo, que o guiava (1616 - soneto 061) Sempre a Razão vencida foi de Amor (1616 - soneto 055) Sempre, cruel Senhora, receei (1668 - soneto 143). Senhor João Lopes, o meu baixo estado (1616 - soneto 050) Senhora já dest'alma, perdoai (1668 - soneto 119) Sentindo-se tomada a bela esposa (1616 - soneto 063)
Se pena por amar-vos se merece (1598 - soneto 034) Se tanta pena tenho merecida (1595 - soneto 053) Sete anos de pastor Jacob servia (1595 - soneto 030) Se tomar minha pena em penitência (1598 - soneto 033) Suspiros inflamados, que cantais (1598 - soneto 059) Sustenta meu viver ua esperança (1668 - soneto 144) Tal mostra dá de si vossa figura (1616 - soneto 075) Tanto de meu estado me acho incerto (1595 - soneto 004) Tempo é já que minha confiança (1595 - soneto 019) Todo o animal da calma repousava (1595 - soneto 060)
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Tomava Daliana por vingança (1595 - soneto 069) Tomou-me vossa vista soberana (1595 - soneto 011) Transforma-se o amador na cousa amada (1595 - soneto 020) Um mover d'ollos, brando e piadoso (1595 - soneto 090) Vencido está de amor meu pensamento (1685-1668 - soneto 145) Verdade, Amor, Razão, Merecimento (1598 - soneto 166)
Vôs, Ninfas da gangética espessura (1598 - soneto 163) Vôs outros, que buscais repouso certo (1616 - soneto 165) Vôs, que d'olhos suaves e serenos (1598 - soneto 032)
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