Results 5 of 5
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... te! vai-te! Repeliu-o e limpou a batina com o lenço. Ana Rosa então correu os dedos pela cabeça do menino e puxou-o para si. Arregaçou-lhe as mangas da jaqueta e revistou-lhe as unhas. Estavam crescidas e sujas. - Ah! censurou ela, você também não é tão ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... o mar serviu-lhe de sepultura. Natural sepultura; ele cantou o mar, o mar pagou-lhe o canto arrebatando-o à terra e guardando-o para si. Mas vá que se perdesse o homem; o poema, porém, esse poema, cujos quatro primeiros cantos aí ficaram para mostrar o que valiam ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... lhe uma das mãos, D. Fernanda pedia-lhe que sossegasse, que não valia a pena. E inclinava-se para ver-lhe o rosto, chamava-o para si, queria que ele encostasse a cabeça ao ombro dela. -Deixa, deixa, murmurava o marido. -Não vale a pena, Teófilo! Pois agora um ministério... ? ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... como se em cuidados estivera, atirava para a paisagem um olhar, que se podia materializar em um lanço de tarrafa; e abaixando-o, puxando-o para si, como despencava estas palavras palpitantes que se debatiam asfixiadas: - E, mulher, você quer bem a seu marido? - Quem? Eu, Dona Guidinha? E a ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... glória é outra e mais bela; a glória de seres o vencedor dos vencedores da cruz. A sua era santa e pacífica. Deus chamou-o para si, e tu vives para ser meu. Ninguém existe hoje no mundo que possa embaraçá-lo. Esquece o passado; esquece-o por amor de ... |




