Results 10 of 25
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[ PORTUGUESE]
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| ... luz do sol resplandecente, Trôpega e antiga, uma parede doente Mostra a cara medonha dos buracos. O cupim negro. broca o âmago fino Do teto. E traça trombas de elefantes Com as circunvoluções extravagantes Do seu complicadÃssimo intestino. O lodo, obscuro trepa-se nas portas. Amontoadas em grossos feixes rijos, ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... luz do sol resplandecente, Trôpega e antiga, uma parede doente Mostra a cara medonha dos buracos. O cupim negro. broca o âmago fino Do teto. E traça trombas de elefantes Com as circunvoluções extravagantes Do seu complicadÃssimo intestino. O lodo, obscuro trepa-se nas portas. Amontoadas em grossos feixes rijos, ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... topavam a cada instante um velho Jornal dos Debates, manchado de vinho, rojando ali desde a véspera, pisado por outras chinelas indolentes; e no teto, a fumaraça fétida dos candeeiros de latão juntara nuvens pretas as nuvens cor-de-rosa, onde esvoaçavam anjos e andorinhas. Por baixo da varanda uma ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... o ranger dos degraus, com os olhos chamejantes que lágrimas de raiva enevoavam. O quarto, em cima, era muito baixo, sem forro, com um teto de vigas negras sobre que assentavam as telhas. Ao lado da cama pendia a candeia que pusera sobre a parede um penacho negro dó fumo. ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... da Pérsia pousava um braseiro de latão, apagado, sob o montão de cinzas; aà ficara esquecido um pantufo de veludo estrelado de lentejoulas. Do teto de madeira alvadia, onde se alastrava uma nódoa de umidade, pendia, de duas correntes enfeitadas de borlas, um candeeiro de petrolina. Um bandolim dormia a ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... pátio, preso a uma argola, estava o burro, albardado de panos pretos, que trouxera o amável fÃsico Eliézer de Silo. Na sala azul, de teto de cedro, perfumada de malobatro, o austero doutor já nos aguardava estendido no divã de correias brancas, com os pés nus, as largas mangas arregaçadas ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... Santo Antônio, à beira dum regato, sorria, falando a um tubarão. O tlintlim dos copos, o ruÃdo das facas animava a velha sala, de teto de carvalho defumado, duma alegria desusada. E Libaninho devorava, dizendo pilhérias. - Gertrudinhas, flor do caniço, passa-me as bages. Não me olhes assim, magana, que ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... as pernas daquele colosso! O doutor Godinho descera já ao escritório, e repoltreado na sua poltrona abacial de pregos amarelos, com os olhos no teto de carvalho escuro, acabava com beatitude o charuto do almoço. Recebeu com majestade os "bons-dias" de João Eduardo. - E então que temos, amigo? As ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... escadaria nobre, que levava aos aposentos, era à direita, flanqueado de dois leõezinhos de pedra, benignos e sonolentos. Amaro subiu até um salão de teto de carvalho apainelado, sem mobÃlia, com a metade do soalho coberta de feijão seco. E, embaraçado, bateu as palmas. Uma porta abriu-se. Amélia apareceu ... |
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[ GERMAN FICTION]
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| ... andar cauteloso e pelo fechar da porta que dava para o vestÃbulo. Os postes da rua projetavam aqui e além um reflexo pálido, no teto e na parte superior dos móveis, mas ali em baixo, no local onde se encontrava, estava escuro. Lentamente, experimentando de modo desajeitado as antenas, cuja ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... da cômoda, onde uma lamparina bruxuleava diante dum Cristo projetando sobre o papel claro da parede a sua sombra disforme que se quebrava no teto; e ali ficava rezando, pedindo a Nossa Senhora que não lhe recusasse o ParaÃso... Mas a velha mexia-se com um ai doloroso; ia então ... |




