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[ POETRY]
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| ... espaço da maravilha e da admiração - 337 Olhar-se no espelho, na realidade ou na imaginação, e vêr o nosso rosto reflectido na nossa pupila - 338 Pode ser um jogo belo perguntar-se como o outro vê o seu rosto reflectido nas nossas pupilas - 339 Vêr o nosso rosto reflectido ... |
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[ OTHER LITERATURES]
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| ... se impraticáveis e os abastecimentos só se podiam fazer por meio de barcas. Uma manhã, o céu estava coberto de nuvens. Fora, a pequena pupila do encarregado esperava, em vão, o apelo costumado. Por fim, foi buscar o seu manual e entrou, sem fazer ruído, no quarto. Viu o encarregado ... |
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[ FRENCH MISCELLNEOUS WRITINGS]
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| ... que, da maneira como estavam talhados, constituíam excelentes microscópios. Pegou então num de seiscentos e sessenta pés de diâmetro e aplicou-o à sua pupila; Micrómegas escolheu outro de dois mil e quinhentos pés. Eram óptimos, mas à primeira tentativa nada viram porque não estavam adaptados. Por fim, o habitante ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... última gota e à milésima nota de rodapé, não quer saber se o resto dos mortais acha urgente o estudo do seu tema eleito, pupila do seu afecto. Misteriosas e insondáveis estas flagelações iniciáticas de que eu também me fiz gostosamente vítima. Digam-me lá se não foi por gosto ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... TABERNA A Guimarães Fonseca Vede-o, além, no esconso, à luz mortiça Do velho lampadário que vacila! No lábio tem o insulto, e na pupila O raio ardente que as paixões atiça. Vede-os, que são rivais! Fatal cobiça Violenta os arrancou à paz tranquila, E no rude brigar, que ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... calmavam-se si si si lêncio. O material, parece, era aquele mesmo material da deusa Mater Matuta suprema deusa do alvorecer, quando tece a pupila de todas as auroras, as sete-cores do arco, tece também a íris dos teus florais, amor, os ninhos, os lírios do campo ... despreocupadamente, passarinhos. ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... de todos os dígitos: mão entre mãos, pétala a pétala. Perseguia-se, Às mãos, o que das mãos já se sabia; Buscava-se, Na pupila, a luz que não cansava de olhar; Ouvia-se, Na raiz do gesto, o som do gesto: Somente as rosas falavam, pois do perfume da ... |
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[ OTHER LITERATURES]
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| ... apenas saber se efectivamente a dívida existia. - Mamã, quem é essa Essipoff, essa Caléria Vladimirovna Essipoff? - perguntou à mãe, enquanto jantava. - Essipoff? Ah! foi pupila do teu avô. Por que fazes essa pergunta? E, como Eugénio lhe dissesse do que se tratava, a mãe acrescentou: - Essa mulher devia ter vergonha... ... |
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[ POETRY]
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| ... emergir da penumbra que o acua, Pavonear-te no palco onde a Loucura atua, Pois bem! Punhal sutil em teu estojo esfria! Acende essa pupila no halo dos clarões! Acende a cupidez no olhar dos grosseirões! Em ti tudo é prazer, morboso ou petulante; Seja o que for, escura noite ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... herói escutava, cofiando sombriamente o seu espesso bigode cossaco. - O meu prezado hóspede sabe o chinês? - perguntou-me de repente, fixando em mim a pupila sagaz. - Sei duas palavras importantes, general: «mandarim» e «chá». Ele passou a sua mão de fortes cordoveias sobre a medonha cicatriz que lhe sulcava a ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... sua pátria o Montenegro; e toda a costa da Síria o conhecia pelo alegre Pote. Jesus, que alegre matalote! A alegria faiscava-lhe na pupila azul-clara; a alegria cantava-lhe nos dentes incomparáveis; a alegria estremecia-lhe nas mãos buliçosas; a alegria ressoava-lhe no bater dos tacões. Desde ... |




