Results 10 of 30
|
[ PORTUGUESE]
|
| ... que positivos e no que negativos, aos da Maçonaria; e girando o rosacrucianismo, no que social, em torno de idéias de fraternidade e de paz (Pax profunda, frater! é a saudação rosacruciana, tanto para irmãos como para profanos), o autor de um livro assim seria forçosamente um liberal por derivação, ... |
|
[ OTHER LITERATURES]
|
| ... ao meu pranto. Chorei o meu torrão santo, O melhor de todo o mundo, Chorei lágrimas do fundo, Da raiz do coração. Adeus, ó paz e união! Adeus, ó viver jocundo! Nunca pensei que a saudade Pela pátria fosse tanta! Mas minha Pátria é uma santa P''rós filhos da liberdade. ... |
|
[ PORTUGUESE]
|
| ... outra suavidade, Que até nem sei as há na natureza... Um mÃstico sofrer... uma ventura Feita só de perdão, só de ternura E da paz da nossa hora derradeira... Ó visão, visão triste e piedosa! Fita-me assim calada, assim chorosa... E deixa-me sonhar a vida inteira! O soneto ... |
|
[ FICTION]
|
| ... prisioneiro canta a ária encantatória das coisas perpétuas, verazes e substanciais, a mesa em torno da qual a famÃlia reparte o pão cotidiano em paz no meio da tormenta, as paredes de onde pendem alfaias e recordações, as portas em cuja tela de penumbra se enquadraram vultos amigos que nunca ... |
|
[ FICTION]
|
| ... Artista se libertou das formas anteriores para as inventar novas e mais perfeitas - o galo, esse objeto de luxo, o cisne, esse sonho de paz e perfeição, o gato, essa pequena mistura de inocência e de malignidade, a mulher... Ai, a mulher! complexa obra de fantasia terna, cruel e humorÃstica: ... |
|
[ FICTION]
|
| ... espÃrito, que, em suma, constituÃam uma bela moralidade agreste e saudável, natural como a respiração ou como as funções digestivas. Desconheciam as intemperanças da paz e da praça, o beberete, o estupefaciente, a literatura desalmada, a gula, o dinheiro, o luxo, o mercantilismo, a cabotinagem, a intriga, a maledicência, o ... |
|
[ PORTUGUESE]
|
| ... que chega e traz mais vida prá gente. Vida no choro sonoro e no sorriso aprendiz. No sono tranquilo e sereno, um acalanto de paz. Sê benvinda, Daniela. E o amor se multiplica, ao invés de dividir-se... CHAMA Luiz Carlos Amorim Um menino cruzou o meu caminho. Despido de ... |
|
[ PORTUGUESE]
|
| ... sombra, refúgio". Estes fatores dominam o poema até a terceira estrofe. A recordação procurada não dá indÃcios de conflito. A serenidade evoca equilÃbrio e paz. Não obstante, a quarta e última estrofe altera o curso temático, alterando também, por conseguinte, o próprio sentido das estrofes precedentes. A quietude e a ... |
|
[ PORTUGUESE]
|
| ... glória Descobridora da minha inconstância e aventura, Desque me fiz poeta e fui trezentos, eu amei Todos os homens, odiei a guerra, salvei a paz! E eu não sabia! eu bailo de ignorâncias inventivas, E a minha sabedoria vem das fontes que eu não sei! Quem move meu braço? quem ... |
|
[ PORTUGUESE]
|
| ... anos na direção do Instituto Nacional do Livro, se valeu de toda uma máquina, um sistema de delegação de poderes para usufruir de certa paz. Isolar o que já se chamou de "piolhos culturais". Clássico também seu comportamento em relação a noite de autógrafos. Não é por esnobação que não ... |
|
[ PORTUGUESE]
|
| ... 1987, foi homenageado pela Escola de Samba Portela, Rio de Janeiro, que desfilou com o samba-enredo baseado em seu livro A pomba da paz. Autor do Dicionário de pintores brasileiros (1986, segunda edição revista e ampliada, 1997), foi também tradutor do espanhol: Fernando de Rojas, Rosa Chacel, Cervantes, Rafael ... |




