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[ PORTUGUESE]
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| ... propina. O intrínseco sabor lhe ignoro, se ela assoma, no rubor da sazão, sonho-a doce, divina! gozo-a pela maciez cariciante, de coma, e o meu senso em mantê-la incólume se obstina... Toco-a, palpo-a, acarinho o seu carnal contorno, saboreio-a num beijo, evitando um ressábio, ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... rentes; rente também o salto do peixe na prata pura que lhe renteia fúlgida uma chispa de sol por entre os cipós do igarapé e o meu grito: e subitamente um brilho fugaz, eram uns orvalhados na minha face seca, q'eu rapidamente enxuguei, de vergonha e belo, com o espinhaço ... |
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[ PORTUGUESE]
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outros
e hoje nós.
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[ PORTUGUESE]
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| ... minha roupa; e, acostado à bandeira do meu Príncipe, ainda ocasionalmente comia do seu caldeirão sumptuoso. Mas a minha alma, a minha embrutecida alma, e o meu corpo, o meu embrutecido corpo, habitavam então na Rua do Hélder, nº 16, quarto andar, porta à esquerda. Descia eu uma tarde, numa ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... Domingo de Ramos Clara Pinto Correia Íamos cercar o São Luís e o meu pai estava lá dentro. Morte ao Fascismo. Íamos atirar pedras às janelas e os meus irmãos também deviam lá estar dentro com ele. Morte ao Fascismo. A meio do caminho o controleiro mandou-nos parar e ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... meu sangue, o Mar. Ó meu amor, repara nos meus olhos, na sua mágoa clara! Ainda é de além o meu olhar de amor e o meu beijo também. Se sou triste, é de outrora a minha pena, de longe a minha dor e a minha ansiedade. Vês como te ... |
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[ ITALIAN FICTION]
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| ... queria retomar as suas lentas actividades, queria e pretendia retomar o seu eterno movimento, mas estava como que bloqueado e tossicava e contorcia-se e o meu pai, para se reanimar, dava folgo à voz e, no coração da noite, ouviam-se notas com afinação de tenor; modulava uma harmonia ... |
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[ ENGLISH FICTION]
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| ... poltrona: era uma muleta. Apoiando-se à muleta, levantou-se, e ficou de pé diante de mim... A pobre menina era coxa. Apresentei-me e o meu nome tranquilizou-a. Convidou-me a sentar-me dando-se ares de pessoa da casa. Levantou o livro, colocou-o sobre os joelhos, ... |
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[ OTHER LITERATURES]
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| ... a pedra também, tinha estado quase a ir ao fundo. Voltei ao meu alojamento. No corredor a vela pingava sobre um bocado de madeira e o meu cossaco, contrariamente às ordens que lhe tinha dado, estava em sono profundo, segurando com força a espingarda que tinha na mão. Deixei-o ... |
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[ OTHER LITERATURES]
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| ... futuro o nome deste animal imundo. O registo de baptismo da paróquia dos Três Prelados, em que se indica o dia do meu nascimento e o meu nome de baptismo, fornece uma prova irrefutável da nobreza das minhas origens. Por outro lado, um pato bravo, como o poderá testemunhar toda ... |
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[ OTHER LITERATURES]
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| ... lhes os olhos em frente dos meus. - Podes sair daí? - Posso, pelo soalho - disse ele. - Então, anda lá. E assim saíram dali quatro: três e o meu Arkadek que me perguntou onde estava a sentinela. - Está ali, no chão! - Saímos devagar, curvados, sob a chuva, enquanto o vento uivava. Apanhámo- ... |




