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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... linguagem clássica; temos a doença que é o dialeto e é natural que se não poupem sacrifÃcios pela saúde. Faça-me justiça. Não quero dizer que nos desvelem as noites o Fr. LuÃs de Sousa ou o Sá de Miranda: para estes haverá obreiros modestos que lhes consagrem as insônias, ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... resposta. É o ouvir que nos abre para o mundo e para os outros, e não o falar. E o que ouvimos é um dizer que nos remete a um mundo, e não apenas a um mero falar. O falar, aqui em Ricoeur, corresponde mais à roupagem contingente do pensamento, ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... mais duras palavras de desprezo, quando, no fundo da consciência, julgávamos mutuamente o contrário do que blasfemávamos. Que singular monstruosidade! E não me venham dizer que nos amávamos só com a razão e não com os sentidos. Vou copiar fielmente um fragmento das notas póstumas de meu esposo, onde o ... |
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[ FICTION]
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| ... proÃbe ao Estado ministrar a religião e a caridade, assim lhe veda ministrar o ensino". Em nossa humÃlima condição diante de tal sumidade, ousarÃamos dizer que nos parece mais adequada à nossa era a opinião de Stuart Mill, professando que, "em matéria de ensino, a interferência do governo é justificável, ... |
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[ FICTION]
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| ... história. Nem tão vagaroso que dê sono, nem tão veloz que dê vertigem, tem a suprema vantagem de ser seguro e repousante. "Repousante" quer dizer que nos deixa o descanso necessário para continuarmos em lida e em briga conosco mesmos. Quer dizer que no bonde não intervém a força centrÃfuga ... |
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[ KNOWLEDGE]
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| ... A ceia se prolongou bastante, e no entanto não se discutiu sobre religião, como se nenhum dos convivas jamais tivesse alguma; o que quer dizer que nos tornamos polidos, e por isso tanto mais receamos contristar os outros, à mesa. O que não acontece com o regente Coger, e o ... |




