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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... naufrágio de minha vida; este ao menos hei de defendê-lo contra o mundo. - Agradeço-lhe ter me desiludido a tempo. Acreditava que sacrificando a liberdade, não renunciava à minha honra perante o mundo e não me sujeitava a ser apontado como um indigno; a senhora entende o contrário; aplaudo ... |
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[ FICTION]
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| ... Sua política consistiu em jogar com os ideais de liberdade com vista em recolonizar o Brasil, apesar do antagonismo dessas atitudes e como se a liberdade não devesse ser a mesma em qualquer latitude e sob qualquer céu na órbita da civilização. Imaginar que o reino americano, pelo fato de ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... sua idade. Foi, porém, geral a admiração quando se soube que D. Julieta, a moça por quem se apaixonara a ponto de sacrificar-lhe a liberdade. não era rica nem bonita. Ninguém esperava que ele, nas condições de pretender as filhas dos primeiros capitalistas e de escolher, entre as mais ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... dos princípios e das fórmulas. Com o tempo chegou, não já à superstição, mas à alucinação da teoria. Uma de suas máximas era que a liberdade não morre onde restar uma folha de papel para decretá-la; e um dia, acordando com a idéia de melhorar a condição dos turcos, ... |
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[ GENERAL ENCYCLOPEDIC WORKS - OTHERS IN ENGLISH]
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| ... liberdade com que o autor do livro Dos Delitos e das Penas se volta furioso contra os soberanos e os eclesiásticos". A confiança e a liberdade não são um mal. Qui ambulat simpliciter, ambulat confidenter; qui autem depravat vias suas, manifestus erit (35). Se aprovei nos súditos certo espírito de ... |
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[ KNOWLEDGE]
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| ... o Espartano dizia o que era preciso dizer; mas certamente ambos falavam como haviam sido criados. Pois não era possível que o Persa lamentasse a liberdade, não a tendo tido nunca, nem que o Lacedemônio suportasse a sujeição, tendo provado da franquia. Quando Catão, o uticano, ainda criança e debaixo ... |
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[ PORTUGUESE]
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| ... das palavras, para além das éticas e dos valores. Hilda Hilst é feiticeira, antes, é pitonisa: seus versos misteriosos nascem de uma embriaguez divina que nos faz entrever o essencial de que nos esquecemos. Coisas que transformamos em ausentes e que pertencem, de modo justo, ao sem nome, como diz ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... a Regência e o Segundo Reinado, os poetas provincianos glosavam este mote: Sem grande corte na Corte Não se pode melhorar. O corte é que nos faz bem A corte é quem nos faz mal. E agora, sob o regime da federação, as cousas não mudaram. Eis por que todos ... |
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[ KNOWLEDGE]
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| ... prazer absoluto e universal não pode acontecer simplesmente porque o sujeito se constitui na clivagem, na divisão. Todos nós somos marcados por uma falta e é esta falta que nos caracteriza enquanto sujeitos desejantes. Apenas pode desejar aquele que algo lhe falta. Se não existisse a falta, não existiria o ... |
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[ IN SPANISH & PORTUGUESE]
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| ... se dos calos: - Não há sapateiro que preste no Rio de Janeiro... Mandei fazer essas botinas no Martinelli, dei quarenta e cinco mil-réis e é esta desgraça! Apertam-me como diabo... O Abelardo tinha opinião um pouco diferente sobre os sapateiros da cidade. Antigamente, mandava fazer as botinas de ... |
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[ FICTION]
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| ... Sendo as crianças educadas por esta tradição, quais seriam os valores morais que elas desenvolveriam? Platão posta-se como o mais ético dos censores e é esta ética que norteia sua filosofia. Ocorre que a obra poética pertence ao terreno do estético e não do ético. Existe uma desigualdade de ... |




